Famílias preocupadas e até convictas em relação a um diagnóstico procuram profissionais da saúde mental em busca de uma resposta. "Eu sempre digo que o diagnóstico na infância e na adolescência, principalmente o diagnóstico médico, tem que ser ponto de partida, não pode ser um rótulo, um fim, um instrumento que vai se sobrepor a pessoa", diz a psiquiatra e pediatra Patricia Ferraz. Ela é a convidada do episódio desta sexta-feira (3) de Meu Inconsciente Coletivo e discute, com Tati Bernardi, se existe uma "moda" de diagnósticos de autismo. Читать дальше...